sábado, 30 de julho de 2016

A menina mais feia da sala de aula

Era muita crueldade, mas resisti. E apesar dos problemas, estou cada dia melhor, me superando, vencendo. E quem disse que sou "feia" mesmo? 


Um pouco sobre ser "fora dos padrões da sociedade"

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Levando

"Tô necessitando um abraço, um afago, um carinho bem dado;
Perder o fôlego e me perder em você;
Sentir sabores que descubram meu melhor paladar.

Se doar, viver, se doar;
E quando achamos que acaba, só começa;
É tudo no frio, no quente, na luz do luar.


Nada é por acaso, já diziam por aí;
Solidão é uma facada na alma, tiro doloroso no coração;
E não é de emoção, é da falta de compaixão.

E além de tudo, ainda estamos apaixonados;
Por mim, por você, por nós...
Estamos sós, e sós apaixonados estamos, por eles."

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Crítica: Náufrago na Lua

Gente, que demais. Nessa semana vi um filme sul-coreano dirigido por Hae-Jun Lee. O título original é Kimssi Pyoryugi, em português ficou "Náufrago na Lua". O gênero é Drama/Romance/Comédia e o filme foi lançado no ano de 2009.


Sinopse: Um homem chamado Kim, pula nas calmas e escuras águas do rio Han. Ele acorda em uma ilha sem nome, que corta movimentada Seul. Dia após dia sua vida solitária, porém extraordinária na ilha, desperta a curiosidade de uma menina encorajando-a aos a sair desta vida da sua vida de isolamento num quarto.

Bem, o que posso dizer? Eu me diverti, mas não só isso, eu também refleti - e estou refletindo até agora. Ele tem um humor misturado com questões cotidianas e explica bem as dificuldades do mundo de hoje: você ser, você descobrir, você aprender, você dar valor, você se surpreender consigo. A solidão é o tema principal, e o tom cômico de algumas cenas faz você sorrir, outras cenas com um tom mais dramático que faz chorar - que é a partir daí que você começa a refletir sobre vida, morte, solidão, cotidiano, cansaço, suicídio... - e descobre o que podemos aprender com nós mesmos, e também com os outros, através da empatia.




Como já disse, o filme alterna momentos cômicos, que também são dramáticos, mas ficam engraçados pela leveza do roteiro, diálogos, atuações. E o roteiro, meu amigo, muito bom. Bem ligadinho, não te deixa com sensações de que está "sendo enganado". É um roteiro bem amarrado, bem consistente. As reviravoltas são interessantes. E o filme vai crescendo, os personagens também, tudo num ritmo bem gostoso, é um pouco lento, mas é essa pouca lentidão que te faz compreender os mínimos detalhes.



As atuações são maravilhosas, não possui um grande elenco (eu falo em si de muitos atores), mas os principais, e os poucos coadjuvantes, dão um show. É tudo muito leve, lindo; Eu ri, chorei, ri, chorei... E fiquei ali, abestalhada com a maravilha mostrada em cena. Que filme, que filme.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Por que pedalar? 10 motivos no post abaixo

Pedalar é algo que adoro fazer, geralmente, faço isso à beira mar, na praia da Cidade Nova/Barra, em Marataízes-ES.

Costumo pedalar pela manhã ou pela tarde no calçadão, ou na rua, porque no calçadão é - tipo -, proibido, mas quando ele está vazio vou no calçadão mesmo, e pelado cerca de 30 à 50 minutos por dia.

Pedalar me deixa mais alerta, bem disposta, atenta, alegre. Mas não são somente esses os benefícios. Veja abaixo os benefícios de andar de bike.

As 10 principais vantagens em andar de bike: 

Combate estresse, depressão: As contrações cardíacas tornam-se mais eficazes e, com isso, o sangue chega mais rapidamente ao cérebro, diminuindo a incidência de ansiedade, angústia e depressão.

Melhora relações sexuais: Como ocorre uma tonificação dos vasos das coxas e das pernas, a irrigação sanguínea nos órgãos genitais e vasos pélvicos é intensificada, o que colabora com uma melhor ereção peniana e aumenta a lubrificação vaginal, levando a uma relação sexual prazerosa.

Emagrece: Combinadas a uma dieta saudável e com baixas calorias, as pedaladas auxiliam na perda de peso, no controle de peso, além de favorecer o emagrecimento, reduzindo a gordura corporal. 


- Faz ser mais feliz e ter bom sono: O ato de pedalar estimula a liberação das endorfinas (morfinas endógenas - que fazem com que o indivíduo seja mais feliz), aumenta também os níveis de serotonina (o chamado hormônio da felicidade), gerando o relaxamento, fatores essenciais para um sono saudável.

Reduz colesterol e triglicérides: Com a prática constante do ciclismo, ocorre consumo das gorduras e diminuição do colesterol total e LDL (colesterol ruim), além dos triglicerídeos.

Evita o infarto: Ocorre também diminuição da glicemia, controlando o diabetes, que é fator de risco para a formação da placa aterosclerótica, que leva a angina e ao infarto agudo do miocárdio.

Diminui a pressão arterial: Pedalar com frequência tonifica os vasos sanguíneos (artérias e veias) e faz com que eles relaxem mais facilmente, contribuindo com a diminuição da pressão arterial, que é um importante fator de risco para doenças coronarianas.

Aumenta a imunidade: com a melhora na contração cardíaca, o sistema imune fica estimulado e eleva a produção de glóbulos brancos, ajudando o organismo a defender-se de vírus e bactérias.

Melhora a Respiração: O esforço das pedaladas aumenta a frequência cardíaca, melhorando oxigenação dos pulmões e dos tecidos.

Garante boa forma e fôlego de atleta: A prática recorrente do ciclismo tonifica os músculos das pernas, além de aumentar o desempenho aeróbico e cardiovascular. 


É isso aí pessoal, pedale. Se não curti, faça alguma outra atividade física, é muito bom e vale muito a pena. É saúde corporal e mental, sã.

Good vibes!

quarta-feira, 23 de março de 2016

Crítica: Cabana do Inferno

Bem, o filme é sobre 5 adolescentes, ou jovens adultos que vão passar um tempinho numa cabana "isolada". Lá eles se deparam com uma doença contagiosa e fatal.

O filme é bom em alguns aspectos, boa fotografia, tensão, mas aquele ar de filme adolescente e uma coisa típica nos filmes do gênero, aquele povo estranho, cidade esquisita, à la O Massacre da Serra Elétrica, dos anos 80.

Todo mundo sabe é que irá acontecer um chacina no local, é muito previsível (assim como qualquer um do gênero). Sempre tem o casal, o mais esperto, a bonitinho, o bobão, nerd, ou negro, ou gordo, ou muito magro, enfim, clichês e mais clichês.

É um bom filme pra curtir sem compromisso, entretêm, e só. Mas, não dá medo, não é assustador, é muito mais caricato. Porém, diverte, a pouca tensão e a alta previsão de algo ruim são constantes, queria ter me arrepiado um pouco, mas não.

Poxa, Eli. Queria mais de ti, homem (e que homem).




quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Crítica: Jogos Vorazes: A Esperança - Parte II (O Final)

Estava empolgada, afinal é o último filme da série, Jogos Vorazes: A Esperança - Parte II (O Final), realmente, parecia uma boa ideia, um bom filme, um bom programa. E esperei...


No começo já comecei a achar confuso, e depois, para mim, só foi caindo ladeira abaixo. Achei um filme monótono, várias cenas e coisas sem suas devidas explicações, como aqueles seres brancos no subsolo, enfim, vou comprar o livro, e espero que nele haja alguma explicação cabível do que só os rostinhos bonitos de Katniss e Peeta.

Foi raso demais, não bom o suficiente para me prender, me deixar ligada. Ah, queria mais era dormir. Alias, o filme é um pouco longo. Parecendo querer contar mil histórias em um filme só. E aí, meu amigo, minha amiga, muita coisa ficou sem pé nem cabeça. Foi bem previsível também. Negro morre em prol dos brancos, a mocinha é imortal (como disse meu marido), aquele romance adolescente para prender a criançada, ou as menininhas mais afoitas. Para mim, aquele romance foi um lixo.

E o final, estilo novela das 21h da Rede Globo, que é casar e encher de filhos, e num mundo devastado e cruel. É, nossa feminista virou uma reles dona de casa do campo. Fim!

Vídeo da crítica (Eu e Gabriel):


Fotos da nossa ida ao cinema:




Dinda te ensina a montar uma deliciosa torta salgada

 Olá, blog! Dia 1º foi aniversário do meu marido Gabriel (Parabéns, amor!). Ele pediu uma torta salgada, Dinda fez e ficou maravilhosa. Foi ...